Caixão de João Paulo II é retirado do túmulo para beatificação
Ataúde ficará no local até sábado, para que os fiéis possam venerá-lo.
A Origem da Bíblia
Muitas pessoas se surpreendem ao saber que a Bíblia utilizada pelos protestanes é diferente da Bíblia utilizada pelos católicos. Mas qual é a diferença?
Como já escrevemos, o catálogo sagrado foi começou a ser definido pela Igreja Católica em 393 durante o Concílio Regional de Hipona (África). A Igreja desde os tempos apostólicos, utilizou a versão grega dos livros sagrados, chamada Septuaginta.
Desde o séc. IV até o séc. XVI, a Bíblia era a mesma para todos os cristãos. A diferença ocorreu durante a Reforma Protestante, quando Martinho Lutero renegou 7 livros do antigo testamento (Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, trechos de Daniel e Ester) e a carta de Tiago do Novo Testamento.
Lutero renegou tais livros porque eram fortemente contrários à sua doutrina. Por causa de uma das colunas de sua doutrina a “Sola Fide” ou Somente a fé, Lutero alterou o famoso versículo “Mas o justo viverá da fé” (Rm 1,17) para “Mas o justo viverá somente pela fé”, e renegava a Carta de Tiago, que ensina que somente a fé não basta, é preciso as obras. Devido ao prestígio que a Carta de Tiago tinha, Lutero não obteve sucesso ao excluir tal livro. Quanto ao Antigo Testamento, os protestantes então revolveram ficar com o catálogo definido pelos Judeus da Palestina.
Este catálogo Judaico foi definido por volta de 100 DC na cidade de Jâmnia, e estes foram os critérios estabelecidos pelos judeus para formarem seu cânon bíblico:
Muitos dos originais hebraicos de alguns livros foram perdidos, existindo somente a versão grega na época da definição do cânon judaico. Isto significa que livros como Eclesiástico e Sabedoria, escritos por Salomão, não foram reconhecidos pelos judeus de Jâmnia, além de outros livros que foram escritos em aramaico durante o domínio caldeu e persa. Recentemente os arqueólogos encontraram em Qruman no Mar Morto, o original hebraico do livro Eclesiástico.
Estes livros do Antigo Testamento que não foram unânimimente aceitos são chamados técnicamente de deuterocanônicos.
Os protestantes entram então em grande contradição pois aceitam a autoridade dos Judeus da Palestina para o Antigo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Novo Testamento. Aceitam a autoridade da Igreja Cátólica para o Novo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Antigo Testamento.
Os apóstolos em suas pregações utilizavam a versão grega dos livros antigos, note que das 350 sitações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 também se referem aos livros deuterocanônicos.
Como já escrevemos, o catálogo sagrado foi começou a ser definido pela Igreja Católica em 393 durante o Concílio Regional de Hipona (África). A Igreja desde os tempos apostólicos, utilizou a versão grega dos livros sagrados, chamada Septuaginta.
Desde o séc. IV até o séc. XVI, a Bíblia era a mesma para todos os cristãos. A diferença ocorreu durante a Reforma Protestante, quando Martinho Lutero renegou 7 livros do antigo testamento (Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, trechos de Daniel e Ester) e a carta de Tiago do Novo Testamento.
Lutero renegou tais livros porque eram fortemente contrários à sua doutrina. Por causa de uma das colunas de sua doutrina a “Sola Fide” ou Somente a fé, Lutero alterou o famoso versículo “Mas o justo viverá da fé” (Rm 1,17) para “Mas o justo viverá somente pela fé”, e renegava a Carta de Tiago, que ensina que somente a fé não basta, é preciso as obras. Devido ao prestígio que a Carta de Tiago tinha, Lutero não obteve sucesso ao excluir tal livro. Quanto ao Antigo Testamento, os protestantes então revolveram ficar com o catálogo definido pelos Judeus da Palestina.
Este catálogo Judaico foi definido por volta de 100 DC na cidade de Jâmnia, e estes foram os critérios estabelecidos pelos judeus para formarem seu cânon bíblico:
- O livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel;
- O livro teria que ser totalmente redigido em Hebraico;
- O livro teria que ser redigido até o tempo de Esdras (458-428 AC);
- O livro não poderia contradizer a Torah de Moisés (os 5 livros de Moisés).
Muitos dos originais hebraicos de alguns livros foram perdidos, existindo somente a versão grega na época da definição do cânon judaico. Isto significa que livros como Eclesiástico e Sabedoria, escritos por Salomão, não foram reconhecidos pelos judeus de Jâmnia, além de outros livros que foram escritos em aramaico durante o domínio caldeu e persa. Recentemente os arqueólogos encontraram em Qruman no Mar Morto, o original hebraico do livro Eclesiástico.
Estes livros do Antigo Testamento que não foram unânimimente aceitos são chamados técnicamente de deuterocanônicos.
Os protestantes entram então em grande contradição pois aceitam a autoridade dos Judeus da Palestina para o Antigo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Novo Testamento. Aceitam a autoridade da Igreja Cátólica para o Novo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Antigo Testamento.
Os apóstolos em suas pregações utilizavam a versão grega dos livros antigos, note que das 350 sitações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 também se referem aos livros deuterocanônicos.
Que a notícia da ressurreição de Cristo ressoe no mundo e na Igreja, disse o Papa
Ao presidir esta segunda-feira a oração do Regina Caeli, que durante o tempo de Páscoa substitui o Ângelus, o Papa Bento XVI exortou a que “não deixe de ressoar no mundo e na Igreja a alegre notícia da ressurreição de Jesus Cristo entre os mortos”.
Da residência pontifícia de Castel Gandolfo onde chegou para um breve período de repouso, o Santo Padre disse, na chamada “Segunda-feira do Anjo”, primeiro dia depois do Domingo de Ressurreição, que “Ressurreição do Senhor assinala a renovação da nossa condição humana”.
“Cristo derrotou a morte, causada pelo nosso pecado, e nos reporta à vida imortal. De tal evento emana a vida inteira da Igreja e a existência mesma dos cristãos”.
Ao referir-se logo à saudação entre os primeiros cristãos na Páscoa “Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!”, o Papa disse que esta constitui “uma profissão de fé e um compromisso para a vida toda” como mostra o exemplo das mulheres das que fala o Evangelho de São Mateus e que anunciaram o Senhor após saberem que Ele havia ressuscitado.
Depois de recordar as palavras do servo de Deus Paulo VI quem dizia que todos na Igreja têm a missão de evangelizar, Bento XVI explicou que a forma de encontrar o Senhor e ser um testemunho cada vez melhor está na oração.
O cristão, disse, “deve aprender a dirigir constantemente o olhar da mente e o coração para a altura de Deus, onde está Cristo ressuscitado. Na oração, na adoração, Deus encontra o homem”.
“Somente se sabemos dirigir-nos a Deus, rezar a Ele, podemos descobrir o significado mais profundo da nossa vida, e o caminho cotidiano é iluminado pela luz do Ressuscitado”, concluiu.
Em sua saudação em espanhol, o Papa pediu que “Que não deixe de ressoar no mundo e na Igreja a alegre notícia da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Que a paz, que nasce do triunfo do Senhor sobre o pecado, se estenda por toda a terra, em particular por aquelas regiões que mais necessitam”, finalizou
Da residência pontifícia de Castel Gandolfo onde chegou para um breve período de repouso, o Santo Padre disse, na chamada “Segunda-feira do Anjo”, primeiro dia depois do Domingo de Ressurreição, que “Ressurreição do Senhor assinala a renovação da nossa condição humana”.
“Cristo derrotou a morte, causada pelo nosso pecado, e nos reporta à vida imortal. De tal evento emana a vida inteira da Igreja e a existência mesma dos cristãos”.
Ao referir-se logo à saudação entre os primeiros cristãos na Páscoa “Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!”, o Papa disse que esta constitui “uma profissão de fé e um compromisso para a vida toda” como mostra o exemplo das mulheres das que fala o Evangelho de São Mateus e que anunciaram o Senhor após saberem que Ele havia ressuscitado.
Depois de recordar as palavras do servo de Deus Paulo VI quem dizia que todos na Igreja têm a missão de evangelizar, Bento XVI explicou que a forma de encontrar o Senhor e ser um testemunho cada vez melhor está na oração.
O cristão, disse, “deve aprender a dirigir constantemente o olhar da mente e o coração para a altura de Deus, onde está Cristo ressuscitado. Na oração, na adoração, Deus encontra o homem”.
“Somente se sabemos dirigir-nos a Deus, rezar a Ele, podemos descobrir o significado mais profundo da nossa vida, e o caminho cotidiano é iluminado pela luz do Ressuscitado”, concluiu.
Em sua saudação em espanhol, o Papa pediu que “Que não deixe de ressoar no mundo e na Igreja a alegre notícia da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Que a paz, que nasce do triunfo do Senhor sobre o pecado, se estenda por toda a terra, em particular por aquelas regiões que mais necessitam”, finalizou
Sexta-feira Santa
A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.
São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.
A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.
Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.
A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.
O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.
A Celebração
A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.
O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.
A Celebração
Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.
Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testeunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.
Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testeunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.
Ação litúrgica na Morte do Senhor
1. A ENTRADAA impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silëncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.
2. Celebração da Palavra
- Primeira Leitura
Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53
Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas.
Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele - tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem - assim agora nações numerosas ficarão estupefactas a seu respeito,reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.
Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.
Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava.
Mas nós o tinhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.
Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniqüidades.
O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.
Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.
Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.
Após a detenção e julgamento, foi preso. Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?
Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade. Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.
Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará. Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sbre si as suas transgressões.
Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões; com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores, mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.
Palavra do SenhorSalmo responsorialNeste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.Sl 30, 2 e 6. 12-13. 15-16. 17 e 25.
Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça. Leberta-me . em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo; para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos. Os que me vêem na rua fogem para longe de mim; fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: " tú és o meu Deus!". Meus tempos etão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores. Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor. Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.
- Segunda leitura
- O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus… Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote. Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…Leitura da Carta aos Hebreus 4,14-16; 5,7-9.Temos, portanto, um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Permaneçamos, por isso, firmes na profissão de fé. Com efeito, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna.É ele que, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte; e foi atendido por causa da sua submissão. Embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento; e, levado à perfeição, se tornou para todos os que lhe obedeceram princípio da salvação eterna.Palavra do Senhor.
- Versículo antes o Evangelho (Fl 2, 8-9) Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o sobreexaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é acima de todo nome.Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca: precisamente porque comtemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.3. Adoração da Cruz
Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz é apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação:"Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS", e todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz ); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz :
4. A comunhãoDesde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa, não somente o sacerdote - como até então - mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo.Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa, expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu "Corpo entregue por nós".
Sentinelas da Manhã
Existe um chamado, uma missão! Mas se nos calarmos, ela passará! E este artigo é para convidar você, coordenador, a não deixar que os sonhos de Deus sejam colocados de lado. Hoje, neste instante, o Senhor nos chama a sermos Sentinelas da Manhã (Joel 2), para que o mundo todo possa experimentar a verdadeira felicidade, cuja fonte é Jesus Cristo! E isso só vai acontecer se nós, Juventude Carismática do Brasil, assumirmos o nosso posto de evangelizadores!
O Senhor conta conosco! Não porque merecemos, mas porque Ele é um Deus de infinita misericórdia e sabe como precisamos do Seu amor! Por isso, amados irmãos, o Deus de Abraão, Isac e Jacó nos convida a sairmos das nossas realidades, das nossas cidades e estados para evangelizarmos a Europa! O mesmo Deus de nossos pais, o mesmo Senhor que fez e faz prodígios, milagres e sinais, chama-nos a experimentar o Seu infinito amor nas terras do Velho Continente! Isso porque Ele pede que nós, Juventude Carismática, levemos ao continente-berço do catolicismo a experiência renovada de missão que vivemos aqui no Brasil.
Está na hora de sermos mais espertos que os filhos das trevas! Por isso o Senhor nos convida a assumirmos, de coração, a Missão Europa, que será realizada nos dias que antecedem a Jornada Mundial da Juventude, em agosto de 2011. Sim, o Senhor nos convida a irmos até Madri, na Espanha, onde mais de dois milhões de jovens católicos do mundo todo estarão reunidos para adorar e louvar o único Senhor! Será neste momento que nós, juventude carismática do Brasil, deixaremos o papel de expectadores e nos tornaremos protagonistas desta graça reservada pelo Senhor! Pois, sim, Deus nos chama pregarmos o Querigma naquele país, naquele momento! Não importa a dificuldade do idioma, a liberação no trabalho, a viagem para o exterior. Isso tudo Deus já está cuidando, pois quando Ele tudo sabe e tudo cuida! O que o Nosso Senhor nos pede agora é nossa decisão de assumirmos este chamado e convidarmos a Juventude Carismática a levantar esta bandeira de deixar o Amor amar!
E quem pode fazer isso é você, meu irmão! Motive os seus, convide a Juventude Carismática para vivenciar este tempo de graça! As vagas são limitadas e o tempo de inscrição é curto! Corra, pois a batalha não é por nós...é pelo Nosso Senhor!
Daiane Toigo Trentin
Ministério Universidades Renovadas da RCC Brasil
DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR – ANO A
“QUEM É ESTE HOMEM?”
(Mt 21,10)
A Semana Santa é a conclusão da longa caminhada quaresmal, que nos recorda a estrada do Êxodo. Ambas concluem-se com a entrada na “Terra Prometida”. Hoje Jesus termina sua longa jornada pela terra de Israel, e entra triunfante na cidade da Promessa. Esta entrada demonstra quem é Jesus: o Rei que escolheu a pequenez e o serviço. Ele é o Deus que se fez homem para nossa Salvação, que escolheu morrer ao invés de odiar e matar. Os fatos que se sucederam em Jerusalém depois desta entrada são causa da nossa salvação. Hoje, com Jesus, também entramos triunfantes na “Terra Prometida” de nossa salvação e iniciamos esta Semana Santa, que é a mãe e a fonte de toda nossa vida cristã. Unamo-nos a Cristo em sua paixão para podermos, com Ele, participar da sua Ressurreição.
Jesus é Rei!
A comemoração da entrada de Jesus em Jerusalém afirma a realeza de Jesus Nosso Senhor! Cantamos, como fizeram os judeus, Hosana ao Filho de Davi! Jesus é o Nosso Rei! E de fato Ele o é! Os seus gestos e ações deste dia afirmam sua realeza e intenção explícita de se colocar como legítimo sucessor de Davi e sua linhagem. Vejamos:
1. Ele escolhe entrar em Jerusalém montado em um Jumentinho, para realizar a profecia de Zc 9,9: “Dança de alegria, filha de Sião, dá vivas, filha de Jerusalém, pois agora o teu rei está chegando, justo e vitorioso. Ele é pobre, vem montado num jumento, num burrico, filhote de jumenta.” É o rei de paz, que não monta cavalos de guerra, mas anuncia novos tempos.
2. Ele entra em Jerusalém como o fez Salomão, entrando montado num jumento para tomar posse de Jerusalém e iniciar seu Reinado (1 Rs 1,41-49). Ele é o verdadeiro Filho de Davi, que o sucede no trono real, do qual Salomão é figura.
3. A celebração assume característica de acolhida do Rei lutador, vitorioso, entrando em sua cidade após uma grande vitória. É uma celebração real: ramos nas mãos e no chão; aclamação ao “Filho de Davi” e o grito “Hosana”, que significa “salvai-nos” são gestos a indicar que o povo entendia muito bem o que ocorria: o Messias, sucessor do trono davídico, entrava em sua cidade para tomar posse de seu trono e iniciar um reinado de paz.
São séculos e séculos de promessas, profecias e espera. Gerações sonharam com esta hora. E a HORA chegou! HOSANA AO FILHO DE DAVI! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS!
Mas Jesus, ao entrar em Jerusalém, não faz a sonhada revolução. Não expulsa os Romanos... Ele não aceita que o confundam com um político – Ele é mais do que os políticos. Sua proposta abarca muito mais do que os governos deste mundo. Ela os abarca, mas vai mais além. Seu Reino não é deste mundo! Seu Reino não é político! É O REINO DE DEUS! E Ele, nesta semana, ele irá mostrar como acontece seu reinado, que não segue a lógica dos poderios deste mundo.
O trono que ele assumiu foi a Cruz, sua coroa de espinhos, sua glória as cusparadas e xingamentos, sua decisão o lava-pés. Como Rei ele deu-se a nós...
Um Rei morto na Cruz?
Que aconteceu? O Rei entrou triunfante e saiu com a cruz nas costas? O que houve? Quem matou Jesus?
Alguns tentaram colocar a culpa em Deus dizendo que este precisava punir os homens por causa de seus pecados. E a punição caiu sobre Jesus... Um deus (isso, com minúscula, pois não é o Deus verdadeiro) sangrento, vingador, juiz.
Outros dizem ser os judeus. De fato, historicamente foram os judeus daquele tempo que condenaram o mestre. O Sinédrio e os Sumos Sacerdotes sentiram-se ameaçados pela novidade apresentada por Jesus. Afinal, para eles, o amor devia estar em segundo plano diante da lei... Mas para nós é muito fácil culpar os judeus! E o anti-semitismo do século XX nos prova o quão fútil é condenar os judeus de hoje por causa daquela meia-dúzia de dois mil anos atrás e que crucificaram Jesus...
Alguns podem dizer que foram os romanos. Também historicamente é verdade. Afinal, quem inventou a cruz não foi Deus, mas o Império Romano. E Pilatos autorizou e decretou a morte de Jesus por causas políticas. Afinal o Mestre foi acolhido como filho de Davi e poderia fazer um levante revolucionário exigindo seu direito ao trono. Ao entrar como Rei em Jerusalém, assustou as autoridades... Mas é fácil condenar Pilatos! Como é fácil lançar pedras sobre ele quando nossas mãos estão manchadas com o Sangue do Senhor...
Nossas mãos manchadas de sangue
Sim! Manchadas com o sangue dele, que se fez pobre! Nós crucificamos Jesus de novo quando oprimimos, julgamos e atiramos pedras em nossos semelhantes. Quando fofocamos e difamamos o próximo, sem ao menos escutá-lo. Jesus é de novo crucificado quando não partilhamos, quando assistimos amorfos milhares de vidas se perderem.
Nossas mãos ficam manchadas pelo Sangue do Príncipe da Paz quando assistimos omissos as vítimas das guerras e da violência urbana. Quando assistimos impassíveis a milhares de jovens morrer de overdose, doar seu corpo adolescente aos sedentos de prazer, morrer encarcerados nos presídios, condenados por não ter um ambiente digno que os ensinasse a ser gente...
Manchadas pelo sangue de Jesus quando crucificamos os outros com nossa língua, quando excluímos preconceituosamente a tantas pessoas que precisam de nosso apoio e amor. Manchadas pelo sangue do pequeno Jesus, quando acumulamos mais e mais, esquecendo que o que temos de sobra em nossa casa foi de fato roubado daquele que nada tem pela nossa ganância. Manchadas pelo sangue do Senhor quando consumimos irresponsavelmente os bens da Terra e possibilitamos desastres ambientais que tiram a vida de milhares de pessoas. Manchadas pelo sangue do moribundo Jesus, quando deixamos de prestar solidariedade aos doentes, aos carentes, e até mesmo aos membros de nossa família! Manchadas pelo sangue do excluído Jesus, quando defendemos o aborto, o uso dos embriões em pesquisas interesseiras, a eutanásia e todo tipo de morte violenta e prematura.
Sim meus irmãos! Nós crucificamos Jesus! Na cruz sobre o Calvário estão todas as cruzes! As cruzes que gostamos de fazer, que sentimos prazer em impor sobre os outros, assistindo sua agonia como se fosse um espetáculo! Ele se fez solidário com os crucificados, com os pequenos, com os pobres... Nós lhe impusemos o sofrimento que estamos acostumados a impor sobre tantos outros com nosso pecado. A cruz é obra nossa! Nós a fizemos pra Ele e pra tantos outros...
Um Reino que não Morre... O amor dele não desiste!
Toda a dor de Jesus pela cruz que lhe demos gera escândalo! Podemos nos perguntar: Por quê? Pra que serve tudo isso? Porque Deus se deixou atingir pela nossa soberba? E esta pergunta ainda se enche de mais escândalo quando sabemos que ele podia ter evitado. Podia ter fugido... Mas Ele assumiu toda a dor da paixão voluntariamente...
Ele foi até as últimas consequências num amor que não desiste. Ele não desistiu do Reino, não voltou atrás em sua convicção. Mesmo sentindo-se abandonado, estava certo de que o Reino era verdade, era possível. De alguma forma esse Reino iria irromper, nem que fosse preciso morrer por isso!
E morre amando! Ele foi autêntico, convicto e morreu como consequência do Reino pelo qual viveu. Amou até o fim! Recompensou com carinho o ódio com que o trataram! Aceitou o beijo do traidor... Perdoou e acolheu o ladrão ao seu lado... Perdoou os que não sabiam quanto dói a cruz que lhe deram...
E o amor venceu a dor... Ele provou que o amor é realmente mais forte que a morte! O amor de Deus, que está em nós, vence tudo, supera tudo, transforma tudo! O AMOR VENCEU! Seu corpo morreu, mas o Reino jamais... Reinou sobre a morte, pois a morte não pode detê-lo! Eis aí o nosso Rei: Ei-lo Crucificado! Eis sua glória, eis seu Triunfo! Eis seu reinado! Eis seu AMOR! UM AMOR QUE NÃO SE CANSA DE AMAR!
Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo.
ESCOLA DE FORMAÇÃO PARA MÚSICOS SANTA CECÍLIA
Amados irmãos, ministros de Louvor e Dirigentes de Oração que fazem parte do Grupo de Oração e do ministério de Música e Artes.
Venho convidá-los para nossa Escola de Formação Artística Santa Cecilia!!
Convocamos
a todos para que neste dia possamos estar presentes e crescer no
conhecimento e direcionamento do Espírito Santo para nossos Grupos de
Oração.
Informações Complementares:
CAFÉ DA MANHÃ SERÁ SERVIDO NO LOCAL.
Deus abençoe.
Graciela Zanella
8807-0200
3356-2533
3238-1870
Ministério de Música e Artes
"Semeando a Cultura de Pentecostes"
Venho convidá-los para nossa Escola de Formação Artística Santa Cecilia!!
Convocamos
a todos para que neste dia possamos estar presentes e crescer no
conhecimento e direcionamento do Espírito Santo para nossos Grupos de
Oração.
Informações Complementares:
CAFÉ DA MANHÃ SERÁ SERVIDO NO LOCAL.
Setores: Tarumã / Pinhais / Cajuru / Guabirotuba. Data: 17/04 (exclusivamente este mês) Horário: 08:00 às 12:00 hs
Valor: R$ 5,00 (Mensal)
Local: Paróquia Santa Bertila - Av. José de oliveira Franco Bairro Alto (Frente ao Banco do Brasil)
Valor: R$ 5,00 (Mensal)
Local: Paróquia Santa Bertila - Av. José de oliveira Franco Bairro Alto (Frente ao Banco do Brasil)
Deus abençoe.
Graciela Zanella
8807-0200
3356-2533
3238-1870
Minist
"Semeando a Cultura de Pentecostes"
A verdadeira simplicidade e grandeza da santidade
Receita do Papa para ser santo: Eucaristia, oração, caridade
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de abril de 2011 (ZENIT.org) – O Papa Bento XVI disse hoje, diante dos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral, que a santidade é algo simples e acessível a todos: viver a vida cristã.
Concretamente, ele salientou que o essencial é ir à Missa aos domingos, rezar todos os dias e tentar viver de acordo com a vontade de Deus, isto é, amando os outros.
O Santo Padre quis dedicar o encontro de hoje a refletir sobre a realidade da santidade, encerrando assim um ciclo sobre histórias de santos, que começou há dois anos e no qual percorreu as biografias de teólogos, escritores, fundadores e doutores da Igreja.
Em sua meditação, o Pontífice sublinhou que a santidade não é algo que o homem pode alcançar pelas suas forças, mas que vem pela graça de Deus.
“Uma vida santa não é primariamente o resultado dos nossos esforços, das nossas ações, porque é Deus, três vezes Santo (cf. Is 6, 3), que nos torna santos, e a ação do Espírito Santo, que nos anima a partir do nosso inteiro, é a própria vida de Cristo Ressuscitado, que se comunicou a nós e que nos transforma”, explicou.
A santidade, afirmou, “tem sua raiz principal da graça batismal, no ser introduzidos no mistério pascal de Cristo, com o qual Ele nos dá seu Espírito, sua vida de Ressuscitado”.
No entanto, acrescentou, Deus “sempre respeita a nossa liberdade e pede que aceitemos este dom e vivamos as exigências que ele comporta; pede que nos deixemos transformar pela ação do Espírito Santo, conformando a nossa vontade com a vontade de Deus”.
Partindo da premissa de que o amor de Deus já nos foi dado pelo Batismo, agora se trata, segundo Bento XVI, de “fazê-lo frutificar”.
“Para que a caridade, como uma boa semente, cresça na alma e nos frutifique, todo fiel deve ouvir a Palavra de Deus voluntariamente e, com a ajuda da sua graça, realizar as obras de sua vontade, participar frequentemente dos sacramentos, especialmente da Eucaristia e da liturgia sagrada, aproximar-se constantemente da oração, da abnegação, do serviço ativo aos irmãos e do exercício de todas as virtudes”, explicou.
Longe da linguagem solene, o Papa propôs “ir ao essencial”, resumindo a santidade em três pontos: o primeiro “é não deixar jamais um domingo sem um encontro com Cristo Ressuscitado na Eucaristia; isso não é um fardo, mas a luz para toda a semana”.
O segundo é “não começar nem terminar jamais um dia sem pelo menos um breve contato com Deus”.
E o terceiro, “no caminho da nossa vida, seguir os “sinais do caminho” que Deus nos comunicou no Decálogo lido com Cristo, que é simplesmente a definição da caridade em determinadas situações”.
“Penso que esta é a verdadeira simplicidade e grandeza da vida de santidade: o encontro com o Ressuscitado no domingo; o contato com Deus no começo e no final do dia; seguir, nas decisões, os ‘sinais do caminho’ que Deus nos comunicou, que são apenas formas da caridade.”
“Daí que a caridade para com Deus e para com o próximo sejam o sinal distintivo de um verdadeiro discípulo de Cristo. Esta é a verdadeira simplicidade, grandeza e profundidade da vida cristã, do ser santos”, acrescentou.
“Quão grande, bela e também simples é a vocação cristã vista a partir desta luz! – exclamou o Papa. Todos nós somos chamados à santidade: é a própria medida da vida cristã.”
“Eu gostaria de convidar todos vós a abrir-vos à ação do Espírito Santo, que transforma as nossas vidas, para ser, também nós, como peças do grande mosaico de santidade que Deus vai criando na história, de modo que o rosto de Cristo brilhe na plenitude do seu fulgor.”
Por isso, exortou, “não tenhamos medo de dirigir o olhar para o alto, em direção às alturas de Deus; não tenhamos medo de que Deus nos peça muito, mas deixemo-nos guiar, em todas as atividades da vida diária, pela sua Palavra, ainda que nos sintamos pobres, inadequados, pecadores: será Ele quem nos transformará segundo o seu amor”.
Os santos, afirmou o Papa, “nos dizem que percorrer esse caminho é possível para todos. Em todas as épocas da história da Igreja, em todas as latitudes da geografia no mundo, os santos pertencem a todas as idades e condições de vida, são rostos verdadeiros de todos os povos, línguas e nações”.
Em sua opinião, “muitos santos, nem todos, são verdadeiras estrelas no firmamento da história”, e não só “os grandes santos que eu amo e conheço bem”, mas também “os santos simples, ou seja, as pessoas boas que vejo na minha vida, que nunca serão canonizadas”.
“São pessoas normais, por assim dizer, sem um heroísmo visível, mas, na sua bondade de cada dia, vejo a verdade da fé. Essa bondade, que amadureceram na fé da Igreja, é a apologia segura do cristianismo e o sinal de onde está a verdade”, concluiu.
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de abril de 2011 (ZENIT.org) – O Papa Bento XVI disse hoje, diante dos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral, que a santidade é algo simples e acessível a todos: viver a vida cristã.
Concretamente, ele salientou que o essencial é ir à Missa aos domingos, rezar todos os dias e tentar viver de acordo com a vontade de Deus, isto é, amando os outros.
O Santo Padre quis dedicar o encontro de hoje a refletir sobre a realidade da santidade, encerrando assim um ciclo sobre histórias de santos, que começou há dois anos e no qual percorreu as biografias de teólogos, escritores, fundadores e doutores da Igreja.
Em sua meditação, o Pontífice sublinhou que a santidade não é algo que o homem pode alcançar pelas suas forças, mas que vem pela graça de Deus.
“Uma vida santa não é primariamente o resultado dos nossos esforços, das nossas ações, porque é Deus, três vezes Santo (cf. Is 6, 3), que nos torna santos, e a ação do Espírito Santo, que nos anima a partir do nosso inteiro, é a própria vida de Cristo Ressuscitado, que se comunicou a nós e que nos transforma”, explicou.
A santidade, afirmou, “tem sua raiz principal da graça batismal, no ser introduzidos no mistério pascal de Cristo, com o qual Ele nos dá seu Espírito, sua vida de Ressuscitado”.
No entanto, acrescentou, Deus “sempre respeita a nossa liberdade e pede que aceitemos este dom e vivamos as exigências que ele comporta; pede que nos deixemos transformar pela ação do Espírito Santo, conformando a nossa vontade com a vontade de Deus”.
Partindo da premissa de que o amor de Deus já nos foi dado pelo Batismo, agora se trata, segundo Bento XVI, de “fazê-lo frutificar”.
“Para que a caridade, como uma boa semente, cresça na alma e nos frutifique, todo fiel deve ouvir a Palavra de Deus voluntariamente e, com a ajuda da sua graça, realizar as obras de sua vontade, participar frequentemente dos sacramentos, especialmente da Eucaristia e da liturgia sagrada, aproximar-se constantemente da oração, da abnegação, do serviço ativo aos irmãos e do exercício de todas as virtudes”, explicou.
Longe da linguagem solene, o Papa propôs “ir ao essencial”, resumindo a santidade em três pontos: o primeiro “é não deixar jamais um domingo sem um encontro com Cristo Ressuscitado na Eucaristia; isso não é um fardo, mas a luz para toda a semana”.
O segundo é “não começar nem terminar jamais um dia sem pelo menos um breve contato com Deus”.
E o terceiro, “no caminho da nossa vida, seguir os “sinais do caminho” que Deus nos comunicou no Decálogo lido com Cristo, que é simplesmente a definição da caridade em determinadas situações”.
“Penso que esta é a verdadeira simplicidade e grandeza da vida de santidade: o encontro com o Ressuscitado no domingo; o contato com Deus no começo e no final do dia; seguir, nas decisões, os ‘sinais do caminho’ que Deus nos comunicou, que são apenas formas da caridade.”
“Daí que a caridade para com Deus e para com o próximo sejam o sinal distintivo de um verdadeiro discípulo de Cristo. Esta é a verdadeira simplicidade, grandeza e profundidade da vida cristã, do ser santos”, acrescentou.
“Quão grande, bela e também simples é a vocação cristã vista a partir desta luz! – exclamou o Papa. Todos nós somos chamados à santidade: é a própria medida da vida cristã.”
“Eu gostaria de convidar todos vós a abrir-vos à ação do Espírito Santo, que transforma as nossas vidas, para ser, também nós, como peças do grande mosaico de santidade que Deus vai criando na história, de modo que o rosto de Cristo brilhe na plenitude do seu fulgor.”
Por isso, exortou, “não tenhamos medo de dirigir o olhar para o alto, em direção às alturas de Deus; não tenhamos medo de que Deus nos peça muito, mas deixemo-nos guiar, em todas as atividades da vida diária, pela sua Palavra, ainda que nos sintamos pobres, inadequados, pecadores: será Ele quem nos transformará segundo o seu amor”.
Os santos, afirmou o Papa, “nos dizem que percorrer esse caminho é possível para todos. Em todas as épocas da história da Igreja, em todas as latitudes da geografia no mundo, os santos pertencem a todas as idades e condições de vida, são rostos verdadeiros de todos os povos, línguas e nações”.
Em sua opinião, “muitos santos, nem todos, são verdadeiras estrelas no firmamento da história”, e não só “os grandes santos que eu amo e conheço bem”, mas também “os santos simples, ou seja, as pessoas boas que vejo na minha vida, que nunca serão canonizadas”.
“São pessoas normais, por assim dizer, sem um heroísmo visível, mas, na sua bondade de cada dia, vejo a verdade da fé. Essa bondade, que amadureceram na fé da Igreja, é a apologia segura do cristianismo e o sinal de onde está a verdade”, concluiu.
“O sentido do pecado se adquire redescobrindo o sentido de Deus”, afirmou o Papa
Não obstante a fria e nublada manhã, milhares de fiéis e peregrinos chegados de todas partes do mundo se reuniram na Praça de São Pedro para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem afirmou que não existe escravidão mais grave e mais profunda que a escravidão do pecado.
O Papa iniciou sua meditação recordando a todos o significado da Quaresma: “Tempo litúrgico de quarenta dias que constituem um itinerário espiritual de preparação para a Páscoa. Trata-se de seguir a Jesus que nos dirige decididamente para a Cruz, cume de sua missão de salvação”.
“Por que a Quaresma? Por que a Cruz?” – perguntou o Papa. “A resposta, em termos radicais, é esta: porque existe o mal, aliás, o pecado, que segundo as Escrituras é a causa profunda de todo mal, porém a palavra pecado não é aceita por muitos, porque pressupõe uma visão religiosa do mundo e do homem” – disse Bento XVI.
“Deus não suporta o mal, porque é Amor, Justiça e Fidelidade e por isso não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva. Para salvar a humanidade, Deus intervém e nós vemos isso em toda a história do povo judeu, a partir da libertação do Egito. Deus está determinado a libertar os seus filhos da escravidão para conduzi-los à liberdade. A escravidão maior e mais profunda é a do pecado. Por isso, Deus mandou seu Filho ao mundo, para libertar os homens do domínio de satanás, origem e causa de todo pecado”, afirmou.
O Santo Padre foi muito claro em afirmar que “o sentido do pecado -muito diferente do ‘sentimento de culpa’ como é entendido pela psicologia- adquire-se redescobrindo o sentido de Deus”; em efeito “frente ao mal moral, a posição de Deus é a de opor-se ao pecado e salvar o pecador. Deus não suporta o mal, porque é Amor, Justiça e Fidelidade e por isso não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva”.
“Para salvar a humanidade, Deus intervém: vemo-lo em toda a história do povo hebreu, da liberação do Egito. Deus está determinado a liberar seus filhos da escravidão para conduzi-los à liberdade. E a escravidão mais grave e mais profunda é justamente aquela do pecado”, acrescentou.
Neste contexto o Pontífice explicou o sentido da vinda de Cristo ao mundo: “para liberar os homens do domínio de Satanás, ‘origem e causa de tudo pecado’. Enviou-o em nossa carne mortal para que fosse vítima de expiação, morrendo por nós na cruz. Contra esse plano de salvação definitivo e universal, o diabo se opôs com todas as suas forças, como mostra o Evangelho que nos fala sobre as tentações de Jesus no deserto, proclamado todos os anos no I Domingo da Quaresma”.
“Entrar neste Tempo Litúrgico -continuou- significa ficar sempre da parte de Cristo contra o pecado, enfrentar o combate espiritual contra o espírito do mal. Invoquemos por isso a maternal ajuda de Maria Santíssima para o caminho quaresmal que começou recentemente, para que seja rico de frutos de conversão”, concluiu o Pontífice.
Vaticano convoca blogueiros do mundo
Sujeitos fundamentais da nova comunicação
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 8 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Os Conselhos Pontifícios da Cultura e para as Comunicações Sociais convocaram um encontro de blogueiros em Roma, no dia 2 de maio.
“Este encontro tem como objetivo permitir um diálogo entre os blogueiros e representantes da Igreja, compartilhar experiências dos que trabalham diretamente neste campo e compreender melhor as necessidades desta comunidade”, explica um comunicado de imprensa emitido pelos organizadores.
“O encontro permitirá também apresentar algumas das iniciativas que a Igreja está empreendendo para entrar em contato com o mundo dos novos meios de comunicação, tanto em Roma como em outros lugares”, acrescenta a nota.
Nos dois painéis previsto, diversos relatores apresentarão alguns aspectos decisivos para uma discussão geral aberta a todos os participantes.
No primeiro painel, cinco blogueiros, representantes de diversas áreas linguísticas, abordarão temas específicos.
O segundo painel oferecerá o testemunho de pessoas implicadas na estratégia comunicativa da Igreja. Elas apresentarão suas experiências de trabalho com os novos meios de comunicação, assim como as iniciativas para assegurar um compromisso efetivo da Igreja com o mundo dos blogs.
Entre os participantes estarão o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o arcebispo Claudio Celli, presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, e o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Ao apresentar nesta sexta-feira a iniciativa, o cardeal Ravasi reconheceu que “sabemos que no geral os blogueiros são um pouco provocadores”. Mas ele mesmo questionou: “Como seria possível ignorá-los? São sujeitos fundamentais da nova comunicação”.
Um aspecto importante do encontro será a possibilidade de estabelecer contatos e intercâmbios informais entre os participantes, para abrir no futuro novos cenários de interação.
O encontro acontecerá um dia depois da beatificação de João Paulo II, aproveitando a presença em Roma de numerosos blogueiros.
Os que desejarem participar devem enviar um e-mail para blogmeet@pccs.it, colocando o link do respectivo blog. A sede do encontro será o auditório São Pio X, na Via da Conciliação, n. 5.
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 8 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Os Conselhos Pontifícios da Cultura e para as Comunicações Sociais convocaram um encontro de blogueiros em Roma, no dia 2 de maio.
“Este encontro tem como objetivo permitir um diálogo entre os blogueiros e representantes da Igreja, compartilhar experiências dos que trabalham diretamente neste campo e compreender melhor as necessidades desta comunidade”, explica um comunicado de imprensa emitido pelos organizadores.
“O encontro permitirá também apresentar algumas das iniciativas que a Igreja está empreendendo para entrar em contato com o mundo dos novos meios de comunicação, tanto em Roma como em outros lugares”, acrescenta a nota.
Nos dois painéis previsto, diversos relatores apresentarão alguns aspectos decisivos para uma discussão geral aberta a todos os participantes.
No primeiro painel, cinco blogueiros, representantes de diversas áreas linguísticas, abordarão temas específicos.
O segundo painel oferecerá o testemunho de pessoas implicadas na estratégia comunicativa da Igreja. Elas apresentarão suas experiências de trabalho com os novos meios de comunicação, assim como as iniciativas para assegurar um compromisso efetivo da Igreja com o mundo dos blogs.
Entre os participantes estarão o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o arcebispo Claudio Celli, presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, e o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Ao apresentar nesta sexta-feira a iniciativa, o cardeal Ravasi reconheceu que “sabemos que no geral os blogueiros são um pouco provocadores”. Mas ele mesmo questionou: “Como seria possível ignorá-los? São sujeitos fundamentais da nova comunicação”.
Um aspecto importante do encontro será a possibilidade de estabelecer contatos e intercâmbios informais entre os participantes, para abrir no futuro novos cenários de interação.
O encontro acontecerá um dia depois da beatificação de João Paulo II, aproveitando a presença em Roma de numerosos blogueiros.
Os que desejarem participar devem enviar um e-mail para blogmeet@pccs.it, colocando o link do respectivo blog. A sede do encontro será o auditório São Pio X, na Via da Conciliação, n. 5.
Carta de Dom Bosco a Juventude
''O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens.
A primeira consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste sem nenhum divertimento nem prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer ao mesmo tempo quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres, para que vocês possam exclamar com o santo profeta Davi: “Sirvamos ao Senhor na santa alegria''.
A primeira consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste sem nenhum divertimento nem prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer ao mesmo tempo quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres, para que vocês possam exclamar com o santo profeta Davi: “Sirvamos ao Senhor na santa alegria''.
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